Presidente de ONG, Silvano Morais, denuncia perseguição de comandante do 3º BPM



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A Paraíba vive hoje um ritual macabro de perseguição política, em todos os segmentos da administração pública estadual. O caso mais recente de perseguição foi à detenção do presidente da ONG abolição militar, o soldado Silvano Morais(foto), por criticar as péssimas condições enfrentadas pelos policias militares em todo Estado.

Após entregar um documento, contendo informações sobre as condições desumanas enfrentadas pelos policiais ao comando do 3º BPM de Patos, o Presidente da ONG Abolição Militar, soldado Silvano Morais, que já é considerado por muitos, um dos maiores lideres da Polícia Militar PB, se não o maior, foi surpreendido com a atitude do comandante.

Esse referido documento custou ao soldado Silvano, oito dias de detenção, na verdade, merecia ser feito algo, não prender o militar, mais sim, lhes dar uma medalha pela coragem de relatar as condições desumanas e fora do padrão mínimo que os policias militares enfrentam todos os dias, mas ao invés, de resolver o problema, o comando do 3º BPM, resolveu punir o praça por falar a verdade, mas parece que o tiro saiu pela culatra, isso por que no momento de sua detenção, ouve uma comoção geral entre as policiais militares que externaram sua insatisfação, em site, blogs e no Orkut da PM, demonstrando indignação com a atitude do comandante.

Além das mensagens de apoio dos internautas, também foram feitas denúncias graves em um programa de radio em Patos, um Jornalista recebeu de uma ouvinte, uma carta, onde a mesma relata uma espécie de heroísmo de Silvano Morais e aponta vários militares num esquema fraudulento de recebimento de diárias, sem os policiais trabalharem para realmente merecer recebê-la, o programa ficou bastante movimentado, com varias ligações, de militares dando uma palavra de apoio ao Soldado, e engrossando o rol de denúncias de fraude no 3º BPM. 

Até o fechamento dessa matéria tivemos informação que o soldado Silvano Morais esta fazendo greve de fome em repudio a essa situação.

 

Notícia enviada por: Lindeilton Leite ( [email protected] )