Prefeita de Bonito de Santa Fé denuncia adversários ao MPE



"prefeita"A prefeita de Bonito de Santa Fé, Alderi de Oliveira Caju (PMDB) denunciou ter sido agredida moralmente durante a transmissão do programa “Questão de Ordem”, veiculado no último domingo, 1º, pela rádio comunitária Bonito FM, e de responsabilidade do vereador José Carlos de Oliveira, do PDT.

 

Alderi vai acionar a Justiça e o Ministério Público. A justiça será acionada para que se tomem providências no sentido de que os responsáveis pelas calúnias e difamações respondam, na forma de Lei, pelos seus atos.

A representação junto ao Ministério Público se faz necessária para que se apure as irregularidades que, segundo a prefeita, estão sendo cometidas pela direção da rádio que é de responsabilidade de um vereador de oposição a atual gestão.

Assim que a prefeita tomou conhecimento do fato, registrou um boletim de ocorrência na 8ª Delegacia Regional de Polícia Civil, contra o autor das agressões, o Sr. Renato Lacerda, mais conhecido na cidade como Renato de Seu Laozinho.

Renato, que vai responder tanto ações civil, quanto criminal, com a conivência do diretor da rádio e vereador de oposição, Péricles Ramalho e na presença do também vereador de oposição, Joelson Furtado, do PTB, ofendeu a honra pessoal e da família da prefeita Alderi Caju, inclusive de seu marido já falecido.

Durante o programa, coordenado por eles, Renato fez acusações à prefeita e utilizou palavras de baixo calão para agredi-la moralmente, a exemplo de “sem vergonha”. Ainda alegou que a prefeita tinha uma dívida com ele e que “vivia se escondendo” para não quitá-la.

Em nenhum momento da transmissão do programa, o acusador foi interrompido o que levanta às suspeitas de que ele estaria sendo orientado para tal finalidade. Algumas testemunhas disseram, inclusive, que ele teria entrado nos estúdios embriagadoAlderi disse que “tem pena da ignorância daqueles que se deixam usar por pessoas maldosas e inconformadas com a derrota nas urnas” e lamenta o fato da oposição não entender que as eleições já passaram.

Ela disse ainda que vai requerer na representação encaminhada ao Ministério Público que se averigúe as muitas irregularidades cometidas pela rádio que, como é comunitária, não pode atuar como uma emissora privada comercializando espaços, praticando leilão nas transmissões, nem ultrapassar o limite de transmissão imposto pela legislação que rege as rádios comunitárias no país.

Parlamentopb