Polícia Federal não descarta novas prisões por crimes eleitorais na Paraíba



O superintendente da Polícia Federal na Paraíba, Gustavo Sousa, afirmou, na manhã desta segunda-feira (16), que o órgão ainda poderá realizar novas diligências, inclusive com prisões, sobre as ocorrências registradas neste final da semana durante o processo eleitoral na Paraíba.

Ao fazer um balanço das atividades da PF sobre o pleito para escolha de prefeitos e vereadores, o delegado lembrou que foram registrados seis termos circunstanciados distribuídos em Santa Rita, Bayeux, Lucena, Patos e Cajazeiras, e um inquérito para apurar crimes eleitorais, além de 18 termos circunstanciados, que é quando o órgão toma conhecimento sobre de uma denúncia que tenha procedência, e o cumprimento de mandato de busca e apreensão na cidade de Areial para investigar compra de voto  e distribuição de material de propaganda.

Gustavo garantiu que, passado o pleito, todos esses casos continuarão sendo apurados.

“Então, nós fizemos prisões em flagrante, instauramos inquéritos por requisição da Justiça Eleitoral, fizemos termos circunstanciados de ocorrência e muitos casos não tinham elementos para uma atuação flagrancial. Tomamos nota, colhemos os elementos, tomamos depoimentos e analisamos com calma sobre a existência de crime para investigação posterior ao pleito que pode gerar novas prisões e novas diligências”, destacou.

Sobre o pleito, o policial federal disse que foi realizada uma operação “exitosa”, integrada e compartilhada com a soma de esforços.  Ele agradeceu a todos os policiais e servidores administrativos que estiveram participando dos trabalhos no final de semana.

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