PF dop RN prende paraibano com notas falas de dinheiro



A Polícia Federal no Rio Grande do Norte autuou em flagrante por crime de crime de moeda falsa, na última terça-feira, 29, em Natal, dois paraibanos, ambos de 29 anos, sendo um agricultor, residente em Tacima/PB e o outro, gerente comercial, morador na zona norte de São Paulo/SP. Com a dupla foram encontradas três notas de R$ 50,00 e sete de R$ 10,00, todas supostamente falsas.

A prisão dos homens ocorreu na noite da segunda-feira por policiais militares lotados no 8º Batalhão de Nova Cruz/RN, que se encontravam em serviço na cidade de Passa e Fica/RN, região do Agreste potiguar, distante 85 km da capital e foram acionados por comerciantes do lugar que denunciaram dois rapazes desconhecidos na cidade que estariam utilizando um carro Peugeot e tentando fazer compras em bares e restaurantes com cédulas falsas.

De posse das características dos acusados, os policiais se deslocaram para o Sítio Cipoal, na zona rural daquele município, onde estaria acontecendo uma festa junina e lá encontraram a dupla. Após serem revistados, em seus bolsos, foram encontrados R$ 220,00 aparentemente falsificados, pois algumas notas tinham o mesmo número de série.

Presos e conduzidos para a Superintendência Regional da PF, durante os seus interrogatórios, o agricultor afirmou não saber que a nota de R$ 50,00 com a qual tentou adquirir cerveja era falsa e que a recebeu do amigo que passava férias na cidade.

Já o gerente comercial, por sua vez também disse que nada sabia, “pois não conhece nota falsa”, acreditando que o dinheiro provavelmente chegou às suas mãos, pouco antes da sua viagem ao nordeste, fruto da venda de uma motocicleta na capital paulista.

Questionado sobre o “modus operandi” de introduzir em circulação moeda falsa em festas de grande movimentação de pessoas, em ambientes de pouca luz e em localidade distante da sua residência, o suspeito, mesmo sendo funcionário de uma padaria e acostumado a lidar com o recebimento de cédulas, “jurou inocência” e reiterou desconhecer que as notas não fossem autênticas.

Enquadrados no art. 289 do Código Penal, os dois foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória de Pirangi, em Natal, onde deverão permanecer à disposição da Justiça.

Assessoria