Novo lote de vacina que chegará em breve à Paraíba deve contemplar menores de 60 anos com comorbidades

Vials containing CoronaVac, Sinovac's vaccine against the coronavirus disease (COVID-19), are seen at Butantan biomedical production center in Sao Paulo, Brazil January 22, 2021. REUTERS/Amanda Perobelli



O próximo lote de vacinas que chegará à Paraíba deve contemplar as pessoas com menos de 60 anos que possuem comorbidades. A informação foi passada pelo secretário estadual de Saúde, Geraldo Medeiros, nesta quarta-feira (07). De acordo com o gestor, são 260 mil pessoas nesta condição no estado.

Para receber a imunização, será necessário apresentar um atestado médico para comprovar a doença. A expectativa é que novas doses comecem a chegar ao estado nesta quinta ou sexta-feira. A maior parte das doses deve ser da fabricante AstraZenica.

Ainda sobre a vacinação, em entrevista à TV Cabo Branco, Geraldo Medeiros informou que o Corpo de Bombeiros e a Secretaria Estadual de Saúde serão os dois órgãos que vacinarão os profissionais de Segurança. De acordo com o secretário, a deliberação do Ministério da Saúde é reservar 6% das vacinas para a Segurança, Salvamento e Forças Armadas.

“Provavelmente amanhã estaremos iniciando na Paraíba, foram 780 doses nesta primeira remessa, nós temos mais de 10 mil profissionais de Segurança. Claro que temos uma remessa ainda pequena, mas que toda semana deve aumentar”, disse o secretário.

Medidas restritivas

Sobre a implantação de novas medidas restritivas, o secretário avaliou que elas deram resultado. “Nós esperamos que o fechamento dos dez dias a partir da antecipação dos feriados a partir do dia 20 deste mês haja um declínio no número de casos confirmados e de mortes”. Para Medeiros, o Brasil se tornou o ‘furacão da Covid-19’ o que favorece a ampliação dos casos de contaminação quando as medidas são flexibilizadas.

“Especialmente se o cidadão paraibano não se convencer que tem que usar máscara, fazer o distanciamento social, ficar em casa sempre que possível. Se colaborarem teremos a manutenção do comércio funcionando, se não o governo do estado terá que adotar futuramente outras medidas restritivas”.

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