Mulheres iniciam luta pela implantação da Patrulha Maria da Penha na cidade de Patos



Samara Oliveira, que está como presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, vem buscando apoio governamental e social para que seja implantada a Patrulha Maria da Penha na cidade de Patos. A intenção é contar com o 3º Batalhão de Polícia Militar (3º BPM) e com o Comando de Policiamento Regional II (CPR II) para a concretização da iniciativa.

Samara e Coronel Campos

Nesta quarta-feira, dia 27, Samara Oliveira e a secretária da Mulher do Município de Patos, Clarice Mesquita, estiveram reunidas com o Tenente-Coronel Rômulo que comanda o 3º BPM. Bastante receptivo, o comandante disse que fará os devidos esforços para a consolidação da Patrulha Maria da Penha, que consiste em dar mais atenção, apoio, acompanhamento e agilidade no atendimento das mulheres que são vítimas de violência e que já buscam medidas para se proteger dos seus agressores.

Ontem, terça-feira, dia 26, Samara esteve reunida com o Coronel Campos, comandante da CPR II. O objetivo foi de somar forças para buscar a efetivação da patrulha. Coronel Campos disse que vai fazer os contatos necessários para contribuir com a busca da ação.

Na avaliação, tanto Samara quanto Clarice, saíram satisfeitas da reunião. O Tenente-Coronel Rômulo fez saber que existe o problema prático do número insuficiente do efetivo da Polícia Militar, no entanto, ele informou que mesmo não estando instalada com nome Patrulha Maria da Penha, a Rádio Patrulha já tenta fazer esse serviço junto a sociedade. O Tenente-Coronel disse que não medirá esforços para que consigamos essa ação para nossa cidade.

“Enquanto fizer parte do Movimento de Mulheres Olga Benário, e estiver como presidente do Conselho dos Direitos da Mulher, já adianto que iremos lutar para que consigamos vencer essa batalha! Precisamos usar as redes sociais, os nossos contatos, buscar nossos Deputados e juntos formamos uma grande equipe para lutar pela mulher patoense! Nós mulheres precisamos de mais segurança, e principalmente as que vivem sob medida protetiva”, comentou Samara.


Jozivan Antero – Patosonline.com