• Dra Milena
Gerais

Médico Veterinário integrante do IDIARN comenta sobre desenvolvimento histórico da produção de palma forrageira na Paraíba. OUÇA

ÓTICAS GUIMARÃES

A palma forrageira desponta como importante suporte forrageiro para a pecuária no semiárido brasileiro, principalmente no Sertão da Paraíba, sendo capaz de produzir forragem de elevado valor nutritivo que auxiliará na alimentação dos animais durante o período de seca, principalmente.

De acordo com os dados do Censo Agropecuário de 2017, a Paraíba alcançou a marca de 356.350 mil toneladas do cacto, o que representou 12,39% da produção nacional. Monteiro, no Cariri, é o município paraibano que se destaca, ocupando também o 8º lugar no país.

Com esses índices, a Paraíba ficou atrás apenas de Pernambuco (468.826) e Bahia (1.303.149) no volume produzido. Já a comercialização dessa forrageira, representou volume de quase sete milhões e meio de reais (R$ 7.380.000,00), 11,67% do total do país.

A redação do Patosonline.com conversou com o médico veterinário Renato Dias Maia, integrante do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (IDIARN), que comentou sobre o desenvolvimento da produção ao longo dos anos e destacou o pioneirismo da paraíba na produção dessas variedades.

Segundo Renato Dias, um dos primeiros trabalhos pioneiros no Brasil sobre a cochonilha foi da Empresa Estadual de Pesquisa Agropecuária da Paraíba (EMEPA), que criou as primeiras variedades resistentes no Brasil, denominadas de PB1 e PB2, mais conhecidas por Orelha de Elefante e Orelha de Onça, sendo uma grande e uma pequena. A partir daí, as raquetes, que são as sementes, foram enviadas para todo o Brasil.

Ouça mais detalhes no áudio abaixo:

Renato Dias Maia, integrante do Instituto de Defesa e Inspeção Agropecuária do Rio Grande do Norte (IDIARN) – Áudio: Patosonline

Matéria por Patosonline.com


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