Policial

Mãe que fraturou oito costelas do filho por bagunça em SP é presa; padrasto foi achado morto

Mandado de prisão foi expedido no início da noite desta quarta-feira (5) na 1ª Vara Criminal do Foro de São Vicente (SP). Ela foi encontrada em Itanhaém.

ÓTICAS GUIMARÃES

A Polícia Civil em São Vicente, no litoral de São Paulo, prendeu, na noite desta quarta-feira (5), a mulher suspeita de agredir brutalmente o próprio filho, de quatro anos, junto com o companheiro. A criança, que precisou ser reanimada no hospital, fraturou oito costelas e um braço. A 1ª Vara Criminal do Foro de São Vicente já havia expedido um mandado de prisão no fim da tarde. O padrasto do garoto foi encontrado morto.

Conforme apurado pelo produtor Luiz Linna, da TV Tribuna, emissora afiliada à TV Globo na Baixada Santista e Vale do Ribeira, a mulher fugiu após o crime e havia se escondido, nos últimos dias, na cidade de Itanhaém, que também fica na Baixada Santista. Ela foi encontrada por policiais do 2º DP de São Vicente, na casa de familiares, e não resistiu à prisão. A reportagem tenta localizar a defesa da suspeita.

Criança é brutalmente agredida pela mãe e pelo padrasto e fratura oito costelas e um braço, em São Vicente, SP — Foto: Arquivo Pessoal

O g1 teve acesso ao pedido de prisão, que diz que a mãe do menino, identificada como Julia Cristina Pereira, seria a responsável por agredi-lo junto ao seu companheiro e padrasto da criança, que, segundo informações da polícia, foi assassinado por conta das agressões.

No mandado de prisão, o juiz pontua que “há fortes indícios da autoria dos crimes pela averiguada [mãe], em especial pelas declarações das Conselheiras Tutelares, filmagens e relatório de investigação policial”. Segundo as autoridades, o crime supostamente cometido pela mãe “é gravíssimo” e, por isso, ela deve ser encontrada imediatamente.

Além disso, o Ministério Público ponderou que “a forma como o crime foi praticado, bem como seus motivos, denotam que Júlia é uma pessoa de índole violenta e perigosa, capaz de agredir de forma cruel o próprio filho, criança em tenra idade”. Por isso, segundo o documento, a prisão é necessária para evitar a “reiteração dessas supostas práticas lesivas”.

Por g1 Santos


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Pabhlo Rhuan

Estudante de Jornalismo, repórter e editor do Patos Online.
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