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Mãe diz que filho acidentado teve alta do Hospital Regional mesmo com fraturas; direção se posiciona e explica caso. OUÇA

ÓTICAS GUIMARÃES

Na manhã desta quarta-feira, dia 09 de novembro, a redação do Patosonline.com foi procurada pela senhora Olivia Gomes, fazendo uma denuncia acerca da forma como seu filho, o jovem Dayvisson Gomes de Oliveira, de 23 anos, foi atendido no Hospital Regional de Patos após sofrer uma acidente automobilístico.

De acordo com o relato da mãe, Dayvisson sofreu um acidente de moto no início da noite do dia 30 de outubro, no bairro Belo Horizonte, e foi levado para o Hospital Regional. Mesmo com fraturas e apresentando muitas dores, o jovem teve alta na terça-feira (01).

Na sexta-feira (04), ele retornou ao Hospital e bateu um raio-x, onde foi constatado que o braço estava quebrado em dois locais e um dos dedos da mãe esquerda, sendo necessário engessar. Após isso, ele teve alta novamente.

Hoje pela manhã, Dayvisson voltou novamente ao Hospital se queixando de dores na região do tórax e na face. Após mais um exame de imagem, verificou-se também as duas fraturas em ambas as regiões.

O acidente foi no dia 30 de outubro, no começo da noite, na terça-feira, dia 1 de novembro, ele foi pra casa, na sexta, dia dia 4, ele voltou e o médico viu que o abraço dele precisava colocar gesso, e mandou ele pra casa, comprei toda medicação que foi passada, mas ele sempre falando que a dor não parava, aí hoje, dia 9, ele voltou, chegou lá o médico viu que ele tem mais faturas no corpo”, disse a mãe.

RESPOSTA DO HOSPITAL

A redação do Patosonline.com entrou em contato com a assessoria de comunicação do Complexo Hospitalar Regional de Patos, que repassou a resposta da direção com relação ao caso.

Segundo o diretor clínico, Dr. Pedro Augusto, no primeiro atendimento já foi definido que havia uma fratura nas costelas e também em um dos membros, sendo que com relação a fratura dos membros, a orientação do setor de ortopedia foi colocar um tala e pedir para que o paciente retorna-se em 48 horas para avaliar a necessidade do gesso. Assim ele fez, e foi constatado que a tala não conseguiu alinhar o osso, sendo necessário o gesso.

Com relação a fratura na face, o diretor informou que no primeiro momento, o setor de bucomaxilo identificou como tratamento conversador, porém, após uma reavaliação, decidiu-se pelo procedimento cirúrgico.

Ouça mais detalhes no áudio abaixo:

Dr. Pedro Augusto – Diretor Clínico

Por Patosonline.com


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