• Dra Milena
Locais

Internauta procura Patosonline e relata demora no atendimento a seu animal de estimação, no Hospital Veterinário: “A gente nem passou do portão”

ÓTICAS GUIMARÃES

A redação do Patosonline.com foi procurada na noite desta terça-feira, dia 12 de abril, por uma internauta, que preferiu não se identificar, fazendo um relato da demora no atendimento a sua gatinha de estimação, no Hospital Veterinário da UFCG, aqui em Patos.

Segundo relatou a internauta, logo nas primeiras horas do dia ela levou o animal doente, com um abscesso na perna, e ficou esperando até às 07h, horário em que se inicia o atendimento. Após a chegada do médico veterinário, ele recolheu todos os dados do animal, colocou em um papel para levar e ser avaliado e, só depois de mais um tempo de espera, veio até o dono e informou se encaixa-se ou não em um caráter de urgência.

“Levei minha gatinha doente, com um abscesso na perna, cheguei nas primeiras horas da manhã, muito cedo, e fiquei lá esperando até às sete, que é o horário que se inicia o atendimento. Quando deu sete horas, chegou o veterinário para avaliar os animais que estavam no hospital esperando para serem atendidos. O mais estranho que achei nessa história é que, mesmo depois de dois anos de pandemia, ainda ter restrições de atendimento para os animais. Outro fator intrigante é o veterinário vir pedir todos os dados, como doença e idade, do seu animal e colocar em um papel para levar e ser avaliado e, só depois de mais um tempo de espera, vir até o dono do bichinho e dizer se encaixa ou não em um caráter de urgência, onde poderia simplesmente avaliar de forma superficial e palpável o animal e dar uma resposta plausível para depois mandar o dono ir embora”, relatou.

Ela conta ainda que o veterinário não chegou a avaliar o animal e não entendeu o porque de pegar todos os dados do animal, sendo que não foi atendido após todo o tempo de espera: “Ele mandou eu procurar um médico particular; a gente nem passou do portão. O que me deixa chateada foi pegar todos os dados pra nada. No final, eu pedi que ele passasse um remédio que eu guardaria o nome pra comprar”, comentou.

A redação do Patosonline.com deixa o espaço aberto para a direção do hospital de pronunciar com relação ao caso.

Patosonline.com


Mostrar mais
Botão Voltar ao topo