• Dra Milena
Locais

Internauta denuncia que SAMU de Patos se recusou a atender sua mãe que estava com forte dor de cabeça e vomitando; direção se posiciona

ÓTICAS GUIMARÃES

A redação do Patosonline.com foi procurada na tarde desta segunda-feira, dia 01 de julho, por um internauta, que preferiu não se identificar, fazendo uma denúncia com relação a uma recusa de atendimento por parte do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) da cidade de Patos.

Segundo relatou o internauta, na manhã desta segunda (01), o mesmo ligou para o SAMU solicitando atendimento para sua mãe, que reside na Rua Jarbas Moura, no bairro Novo Horizonte, e que estava sentindo fortes dores de cabeça e vomitando, porém o atendente informou que sua situação não era caso de atendimento por parte do serviço.

Ele informou que a mesma está com Chikungunya há cerca de um mês e também sofre com hipertensão, além de outros problemas de saúde.

“Paguei um carro particular para ela ir pro Hospital. No meu ponto de vista, um médico para poder receitar qualquer pessoa, tem que ver a pessoa pra poder saber o que ela está sentindo. Minha mãe saiu daqui nos braços, toda urinada, e o médico do SAMU chegar e falar pra mim que o caso dela não é de SAMU, me diga do que é? Se minha mãe sofre de pressão alta, tá sofrendo de hipertensão, várias doenças, aí o médico do SAMU vai e fala que o caso dela não é pro SAMU vir”, desabafou.

A redação do Patosonline.com conversou com a direção do SAMU de Patos que enviou a seguinte resposta:

A paciente tinha uma doença crônica, cuja solução no momento não era o envio de uma ambulância, mas sim o tratamento domiciliar da mesma. É importante destacar que o fato de não ter enviado o SAMU, não significa que a paciente não tenha sido atendida, a própria orientação médica feita ao solicitante, informando as medicações que ela devia tomar e quais os medicamentos tomar, e de que forma tomar, já constituiu um atendimento médico e, muito bem feito por sinal, pautado na ética, educação e visando solucionar o problema da paciente em questão, no caso, Chikungunya crônica. Salienta-se que a paciente, não apresentava sinal algum de gravidade, não constituindo atendimento que demandasse envio de ambulância, mas mesmo assim foi medicada e orientada por consulta do médico regulador via telefone, conforme permite o CRM nos moldes da telemedicina, tanto que no momento do atendimento, o próprio solicitante não questionou e se contentou com o atendimento prestado. Outrossim, se foi realizada a medicação conforme prescrito, com certeza a paciente deve estar obtendo melhora de sua doença.

Matéria por Patosonline.com


Mostrar mais
Botão Voltar ao topo