Insegurança em Patos: Menores armados aterrorizam bairros da cidade



Na última terça-feira, dia 10 de fevereiro, por volta das 21h30m, dois menores fizeram um verdadeiro arrastão pelas ruas de Patos. Munidos de um revólver e de uma moto, esses dois começaram a sua empreitada pela Rua do Prado, assaltando e ameaçando dois estabelecimentos comerciais.

 

Depois de aterrorizarem esse setor da cidade os dois seguiram para o bairro do Belo Horizonte onde assaltaram um provável estudante enfrente a FIP e depois uma sorveteria que fica próximo.

 

A violência em Patos está caracterizada nos programas de rádios, jornais e nos portais de notícia pelos assassinatos devido às drogas, mas os assaltos têm deixado pequenos comerciantes, funcionários e clientes apreensivos em nossa cidade e tem sido tratado não com a preocupação e gravidade que merecem.

 

Para lembrar o episódio ocorrido ontem vamos recapitular algumas observações: Esses “menores” foram detidos pela Polícia Militar na semana passada por assalto a mão armada em uma lan-house.

 

Esse fato foi confirmado pela própria polícia que esteve em um dos estabelecimentos após ser acionada na noite de ontem. Portando a polícia já sabe quem são esses menores, como atuam e onde moram.

 

Passada uma semana estão com uma moto e portando uma arma! Será que a moto é a mesma? O revólver também? A quem pertence a moto? Porque não está apreendida como prova-crime? A forma que estão conduzindo as detenções de menores em Patos está deixando rastros de incompetência e desmoralização das autoridades de segurança da cidade.

 

Como o Conselho Tutelar tem tratado esses menores que a cada dia são usados para práticas ilícitas? Isso tudo tem deixado dúvidas de sua capacidade de solucionar problemas dessa natureza. Cabe a todos os órgãos do poder público municipal uma solução imediata antes que a proporção saia do controle. Se é que já não saiu! 

 

Fatos como os acontecidos ontem causam insegurança e revolta em todos nós que pagamos os maiores impostos do mundo e não temos uma política de segurança pública e nem atos de prevenção para que esses episódios não se repitam

 

Josivan Antero