Gugu teve fratura na têmpora e hemorragia, após sofrer acidente em sua mansão



Gugu morreu devido a uma fratura do lado direito da cabeça, que causou uma hemorragia que se espalhou para o cérebro. A fratura foi ocasionada por uma queda de quatro metros dentro de casa na quarta-feira (20).

O Fantástico explicou o acidente e falou com um neurocirurgião. Entenda o acidente no vídeo acima e nas imagens abaixo.

Gugu tinha chegado na quarta-feira à sua casa num condomínio em Windermere, muito próximo a Orlando, no estado da Flórida. A casa tem quase 700 metros quadrados, dois andares e um pé direito muito alto.

Gugu estava com o filho João Augusto, de 18 anos, as filhas gêmeas, Marina e Sophia, de 15 anos, e com a companheira dele Rose Miriam di Matteo.

Casa da família de Gugu Liberato em Orlando — Foto: Reprodução: Realtor.com
Casa de Gugu Liberato em Orlando tinha 6 cômodos — Foto: Reprodução: Realtor.com

De acordo com a nota oficial da assessoria de imprensa do apresentador, ele tinha entrado no forro da casa para fazer algum reparo no ar condicionado.

O piso do forro é de gesso e não suporta o peso de uma pessoa.

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Para caminhar ali em cima, é preciso pisar nas vigas.

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Não se sabe o que aconteceu, mas Gugu caiu pelo gesso, um andar para baixo.

Arte ilustra acidente doméstico de gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte ilustra acidente doméstico de gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Gugu teve uma queda de aproximadamente quatro metros de altura no primeiro andar da casa.

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Guilherme Lipsky, neurocirurgião brasileiro chamado pela família para acompanhar Gugu no hospital, explica que, em uma queda dessa altura, “a gente espera uma fratura de calcanhar, eventualmente uma fratura de bacias, mas nunca bater a cabeça diretamente.”

“Então, para ter acontecido o que aconteceu, na gravidade que aconteceu, eu acho que ele deve ter desfalecido num dos momentos iniciais da queda, possivelmente bateu a cabeça contra o teto e aí desfaleceu”, diz o neurocirurgião.

O filho de Gugu ligou para os serviços de emergência, que chegaram rapidamente. Mas o trajeto da casa até o hospital não é curto. São 27 minutos.

Com a queda, Gugu teve uma fratura grave no osso temporal direito. Isso causou uma hemorragia traumática e o sangramento se espalhou ao redor do cérebro.

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte ilustra acidente doméstico de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte explica acidente de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte explica acidente de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte explica acidente de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Arte explica acidente de Gugu — Foto: Reprodução / TV Globo / Matheus Stone, Rafaela Pinheiro e Ricardo Moraes

Guilherme Lipsky explica porque não era viável uma intervenção cirúrgica:

“É uma situação extremamente grave, então, a maioria dos protocolos de atendimento de trauma internacionais dizem: não investir. Porque se você investe e faz medidas, vamos dizer, ‘heroicas’ você acaba acarretando um sofrimento muito grande para o paciente. A chance de morrer é alta e se não morre há uma chance muito grande de entrar em estado vegetativo persistente. “

No hospital foi constatada detectado um nível 3 na escala Glasgow. Essa escala mede a atividade cerebral e vai até 15. Isso quer dizer que a atividade cerebral de Gugu já era baixíssima quando ele chegou ao local.

Guilherme Lipsky explica porque não era viável uma intervenção cirúrgica:

“É uma situação extremamente grave, então, a maioria dos protocolos de atendimento de trauma internacionais dizem: não investir. Porque se você investe e faz medidas, vamos dizer, ‘heroicas’ você acaba acarretando um sofrimento muito grande para o paciente. A chance de morrer é alta e se não morre há uma chance muito grande de entrar em estado vegetativo persistente. “

No hospital foi constatada detectado um nível 3 na escala Glasgow. Essa escala mede a atividade cerebral e vai até 15. Isso quer dizer que a atividade cerebral de Gugu já era baixíssima quando ele chegou ao local.

G1