ColunistasRodrigo César Limeira

Fenômeno El Niño poderá ou não voltar em 2023? físico e meteorologista Rodrigo Cézar responde

ÓTICAS GUIMARÃES

O fenômeno La Niña continua atuando na região central do Oceano Pacífico Equatorial atualmente. O referido fenômeno se configurou em setembro de 2020, dando origem a um dos mais duradouros episódios do fenômeno climático e oceânico La Niña.

Agora em dezembro de 2022 o citando fenômeno continua ativo, e poderá se estender conforme já previu o estudioso do clima Rodrigo Cézar Limeira, até pelo menos fevereiro de 2023. No entanto, ambos os fenômenos, tanto La Niña quanto El Niño, quase sempre se alternam, ou seja, após o desaparecimento de um deles o outro se forma, ou se configura, sendo que ambos influenciam no clima global, causando alterações em larga escala, desvios do padrão normal do clima de várias regiões do planeta.

Algumas das regiões afetadas são o Nordeste, Norte e Sul do Brasil. Os dois fenômenos apresentam impactos, ou seja, efeitos climáticos opostos um ao outro. Com o término da La Niña possivelmente nos próximos meses, é provável que seu oponente, o El Niño, possa se formar no segundo semestre de 2023, no entanto, como ainda nem adentramos no ano de 2023,tal possibilidade trata-se apenas de uma tendência para o segundo semestre do próximo ano.

Créditos: Imagem: (NOAA – Climate.gov)


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