Em Santa Terezinha: Presidente da Câmara faz balanço e critica Executivo



O presidente da Câmara Municipal de Santa Terezinha, analisando os trabalhos desenvolvidos pelo Poder Legislativo no primeiro semestre da presente legislatura, diz ter apresentado resultado bastante positivo a partir da freqüência dos senhores vereadores e vereadoras.


Os debates sobre as mais variadas questões e proposituras, ressalvados alguns exageros por parte de alguns vereadores, mais que foram totalmente controlados pela Mesa Diretora, tiveram um bom nível de aceitação por parte das pessoas que assistem continuadamente as Sessões, inclusive em grande número, bem como pela população em geram.


Foram aprovados 80 requerimentos com uma variedade de pedidos e informações. Também foram discutidos e aprovados 12 Projetos de Leis a grande maioria de autoria do Poder Executivo. Dentre os Projetos aprovados destacamos o que concede uma gratificação de 40% aos médicos, motivando uma fiscalização mais acentuada na freqüência desses profissionais, inclusive com um ponto paralelo que é encaminhado no final de cada mês ao Chefe do Poder Executivo para adotar as providências no cumprimento aos princípios constitucionais.


Foram realizadas Audiências Públicas para discussão com a sociedade sobre matérias mais polêmicas, especialmente aquelas que cria tributos municipais.


Os senhores e vereadores e vereadoras, especialmente, os que fazem oposição, buscaram continuadamente realizar um trabalho sistemático em defesa da população.


Dentre as reclamações e solicitações podemos referenciar a falta do atendimento médico nos PSFs, a falta constante de medicamento na farmácia básica, além do pouco atendimento as medicações que não fazem parte da farmácia básica.


A solicitação dos cortes das estradas do município foi motivo de requerimento de autoria do Presidente da Casa, e hoje passa a ser uma prioridade para toda população.


Segundo o presidente, que se estranha na administração até a presente data é a capacidade de poupança nos recursos repassados ao município, observando-se que até o último balancete enviado a Câmara Municipal, referente ao mês de maio do corrente ano, a administração pública do município dispõe de R$ 858.180,70 (oitocentos e cinqüenta e oito mil, cento e oitenta reais e setenta centavos).


Ele disse que o que é mais sério, é essa quantidade de recursos disponíveis e a população sofrendo sem a assistência dos serviços públicos essenciais.


“Esperamos seja revista essa forma de administrar, o Município não é um ente federado com a função de fazer poupança, mas sim, um ente federado com a função de gastar os recursos que lhes são disponibilizados, com apenas a ressalva que deve gastar com justiça e responsabilidade, sob pena de mais tarde pagar coro por erros cometidos, a exemplo do que já ocorreu em nosso Município em passado bem recente” disse Salomão.