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Dilma visita áreas alagadas

ÓTICAS GUIMARÃES

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff disse ontem em Vitória, no Espírito Santo, que os governos precisam se concentrar em três medidas imediatas para tratar as consequências das chuvas que afetam o estado nos últimos dias. “O mais importante é salvar vidas. O fator mais importante agora é a vida humana, e o Exército tem grande capacidade de resgate”, disse. Segundo a presidenta, além de impedir novas mortes, o governo vai trabalhar para recuperar a condição de vida da população e evitar que novos desastres ocorram.

 

 

 

 

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Dilma observa estragos provocados pelos temporais e anuncia medidas para atender vítimas\"\"


Dilma destacou a importância do Sistema de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, criado em 2011, que já destinou, apenas para o Espírito Santo, R$ 600 milhões para obras de prevenção de desastres. De acordo com o Palácio do Planalto, todas as obras já foram contratadas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A presidenta viajou para o estado no início da manhã, onde fez um sobrevoo com o governador do Espírito Santo, Renato Casagrande, sobre as regiões mais afetadas. Dilma e Casagrande se reuniram logo depois para ouvir agentes da Defesa Civil estadual, que estão atuando na busca e salvamento de vítimas. A presidenta também falou sobre as medidas que já foram adotadas até o momento para ajudar o estado.

Ontem pela manhã, a assessoria do governo local confirmou a morte de nove pessoas. De acordo com o balanço, que ainda será atualizado no final do dia, 45 pessoas estão feridas e 46 mil desabrigadas. O município mais afetado é o de Itaguaçu, um dos 45 municípios que tiveram a situação de emergência decretada ontem pela Defesa Civil nacional.

Os 3 mil kits dormitório, de limpeza e de higiene pessoal disponibilizados pelo governo federal já estão sendo distribuídos para as cidades mais afetadas. Outros dez kits com 30 tipos de medicamentos e 18 insumos para primeiros-socorros também serão enviados pelo Ministério da Saúde. Representantes do órgão afirmam que cada kit é suficiente para atender a 1,5 mil pessoas pelo período de um mês.

Em Minas, as chuvas já causaram a morte de 15 pessoas em Minas Gerais – 14 este mês e uma em outubro – sendo a última Hélio Eustáquio da Cruz, de 56 anos, que morreu dentro do carro,, quando o veículo ficou submerso num alagamento na Avenida Cristiano Machado, no bairro Dona Clara, em Belo Horizonte, de acordo com informações da Defesa Civil de Minas Gerais. O balanço do período chuvoso deste final de ano em Minas Gerais registra ainda 563 pessoas desalojadas, 309 desabrigadas, uma desaparecida e quatro feridas.

 

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