Depois de Maranhão, Nadja também sai em defesa da manutenção da aliança PMDB e PSB em 2010



"Nadja"Depois do governador José Maranhão, do prefeito de Campina Veneziano Vital e até do dissidente Manoel Júnior defenderem a recomposição do PMDB com o PSB, agora é a também dissidente socialista Nadja Palitot que defende a continuação da aliança com o PSB para 2010.

Nadja defendeu a continuação da aliança na eleição do próximo ano, na Paraíba, entre os partidos que esteve no palanque do governador José Maranhão (PMDB) na campanha estadual de 2006. Nadja não exclui nem mesmo seu ex-partido, PSB, de quem foi filiada durante um período de 16 anos. “Precisamos fortalecer o projeto de um grupo políticos que só pensa no bem estar dos paraibanos”, observou.

No entendimento de Nadja, é importante que os partidos que se uniram durante três eleições sucessivas – duas municipais (2004 e 2008) e uma estadual (2008) – possam permanecer unidos também nas eleições do próximo ano, na Paraíba. “É o desejo de todos nós, inclusive no plano nacional também se levado em consideração o projeto do presidente Lula em formar um palanque único nos estados da campanha presidencial”, justificou a parlamentar.

Nadja concedeu a entrevista defendendo a permanência da aliança do seu ex-partido com o PMDB na manhã desta terça-feira, 1º, no momento em que fazia uma visita na Casa da Cidadania, localizada no Shopping Tambiá. “Sinto-me a vontade em falar sobre essa aliança, até porque sou uma socialista de coração e se me afastei do PSB foi por motivos que aqui não vale a pena estar lembrando”, afirmou a parlamentar que garante estar muito bem no PSC, sua nova filiação

partidária. Adiantou, também, que o PSB não tem perfil algum com o PSDB e Democratas, partidos que buscam aliança com a legenda socialista. “Acho que não combinam, principalmente porque são legendas de ideologias bastante diferentes, ou seja, estão a milhares de quilômetros do eles defendem”, adiantou.

A deputada acha que seria extremamente importante que a chapa a reeleição reunisse o governador José Maranhão e o PSB. “Quem prega a separação são os próprios inimigos políticos do PSB, a quem mais interessa o racha”, afirmou Nadja Palitot ao se referir ao ex-governador Cássio Cunha Lima (PSDB) e o senador Efraim Morais (DEM).  

 

 

PBAgora