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Policial

Criança morta em suposto espancamento em Cajazeiras é sepultada sob forte comoção e desespero

ÓTICAS GUIMARÃES

O corpo da criança Ana Laura Tavares Bandeira que tinha três anos de idade e foi morta em Cajazeiras no último domingo (15), foi sepultado na tarde desta segunda-feira (16) sob forte comoção e revolta na cidade de São José de Piranhas.

O sepultamento foi marcado por um grande número de pessoas que durante o cortejo demonstravam muita tristeza e se mostravam revoltados com o acontecido.

A pequena Ana Laura Tavares Bandeira tinha apenas três anos de idade. (Foto: reprodução/redes sociais).

O CASO

A criança Ana Laura Tavares Bandeira que tinha três anos de idade, deu entrada no Hospital Regional de Cajazeiras (HRC) por volta das 14h do último domingo (15), desacordada e com sinais de espancamento. Conforme a assessoria de imprensa da unidade hospitalar, a criança foi socorrida de moto e ao chegar no hospital, a equipe médica fez reanimação cardiopulmonar, mas infelizmente não obteve êxito e a garotinha veio a óbito.

Após constatado o óbito, a assistência social do HRC entrou em contato com a Central de Operações Policiais Militares (COPOM) de Cajazeiras, e de imediato, a Polícia Militar iniciou as diligências e conseguiu localizar o padrasto e a mãe da criança, os quais foram detidos e conduzidos à Delegacia de Polícia Civil para prestarem esclarecimentos.

O sepultamento de Ana Laura foi realizado em São José de Piranhas. (Foto: reprodução/Radar Sertanejo).

Ambos mostram versões diferentes do caso. O padrasto, que tem 21 anos, disse que ao brigar com a mãe de sua enteada, a qual estava com a criança nos braços, teria acertado um soco no abdome da menina que começou a passar mal. Por sua vez, a genitora da criança, 24, relatou que o padrasto estava no quintal com sua filha e que depois de muito tempo teria chegado com a menina nos braços afirmando que ela havia caído e tinha batido com a cabeça no chão.

Conforme o delegado Ilamilto Simplício da 20ª Delegacia Seccional de Polícia Civil de Cajazeiras, o laudo do IPC é previsto para ser entregue em até 10 dias e o inquérito policial em 30 dias.

O padrasto e a mãe da criança estão presos à disposição da Justiça.

Diário do Sertão


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