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Complexo Hospitalar Regional de Patos emite nota e pede de forma imediata a suspensão do contrato de porteiro suspeito de estuprar enteada; indivíduo também era inspetor na Escola Estadual Rio Branco

ÓTICAS GUIMARÃES

A Direção-Geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos, emitiu na manhã desta segunda-feira, dia 14, uma nota sobre o caso do prestador de serviço, na função de porteiro, preso após denúncias de abusar sexualmente da enteada, de 21 anos, com deficiência mental.

O homem de iniciais A.L.A., de 41 anos, era porteiro na unidade de saúde desde o mês de abril, sendo preso enquanto trabalhava na noite de ontem, domingo (13), pela Polícia Civil de Patos e encaminhado para a Cadeia Pública de Malta.

Em nota o Hospital diz:

A Direção-Geral do Complexo Hospitalar Regional Deputado Janduhy Carneiro de Patos (CHRDJC) ao mesmo tempo, em que lamenta o episódio envolvendo um funcionário terceirizado da área da Portaria, se solidariza com a família e a vítima deste lamentável fato, adiantando que já solicitou da empresa de segurança privada que presta serviço à unidade que suspenda, de imediato, o referido contrato com vigência desde abril deste ano.

Além de atuar como porteiro, o indivíduo também trabalhava como inspetor na Escola Estadual Rio Branco. Genilúcia Medeiros, gerente da 6ª Gerência Regional de Ensino, com sede em Patos, e que é responsável pela escola, disse que já está tomando todas as medidas cabíveis com relação ao caso.

A mãe da vítima informou que o fato ocorreu na última quinta (10). Em relatos, a jovem disse que o acusado havia apalpado e acariciando suas partes íntimas e que o caso havia ocorrido enquanto sua mãe saia para trabalhar.

Segundo a mãe, sua filha é portadora de deficiência e que a mesma tem leve deficiência mental, tem crises de epilepsia, e faz tratamento periódico.

Relembre o caso:


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Pabhlo Rhuan

Estudante de Jornalismo, repórter e editor do Patos Online.
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