Cinco partidos que não atingiram o quociente eleitoral elegeram vereadores em Patos



Cinco partidos que não atingiram o quociente eleitoral de 2.946 votos, nas eleições para vereador em Patos, conseguiram eleger representação para a próxima legislatura na Câmara Municipal de Patos.

Os beneficiados pela principal mudança na legislação eleitoral, que entrou em vigor nas eleições de 2020, foram o Patriota, Rede, Avante, Democracia Cristã e o PT, que conseguiram garantir representação mesmo não alcançando o quantitativo mínimo de 2.946 votos, para eleger o seu representante de forma direta.

Com a distribuição dos 50.081 votos válidos ocorridos no pleito deste ano, a primeira das oito vagas preenchidas pela sobra em Patos, foi do Patriota, que recebeu 2.840 votos e garantiu a eleição de Josmá Oliveira. Josmá conseguiu 550 votos.

O partido Rede Sustentabilidade somou 2.732 votos e preencheu a segunda sobra, elegendo o sargento Patrian, que foi escolhido por 490 eleitores.

O Democracia Cristã elegeu David Maia na terceira sobra, após receber 2.669 votos. David Maia ficou com 1.022 votos.

A quarta vaga preenchida pela sobra foi do Avante, que somou 2.548 votos e elegeu o candidato Nandinho, o mais votado da legenda com 447 votos.

Entre os partidos que não atingiram o quociente eleitoral, o PT recebeu 2.468 votos e preencheu a sexta sobra com a eleição do sindicalista Zé Gonçalves, que garantiu pela primeira vez a sua vaga como vereador em Patos. Zé Gonçalves recebeu 648 votos.

Já entre os partidos que alcançaram o quociente eleitoral, o PSL ficou com a média partidária de 2.547 votos e preencheu a quinta sobra com a eleição Ferré Maxixe. Ferré foi reeleito com 658 votos.

O Solidariedade elegeu Décio Motos na sétima sobra, com a média de 2.333 votos. Décio recebeu 927 votos.

A oitava e última sobra ficou com o Republicanos, que fez o vereador Sales Junior na quarta vaga, com a média de 2.215 votos. Sales Junior, terminou o pleito com 1.071 votos.

Por Genival Junior – Patosonline.com