Politica

Ação de Josmá Oliveira e vereador Capitão Hugo impede aprovação de aumento de salários para prefeito, vice e secretários na próxima gestão. Ouça;

Uma ação movida pelo vereador recém-eleito Josmá Oliveira, tendo o endosso do vereador Edson  Hugo dos Santos- Capitão Hugo-, foi acolhida  pela justiça da Quarta Vara Mista de Patos, que reconheceu abuso de poder por parte da maioria dos vereadores que compõem o legislativo patoense, que pretendiam aumentar os subsídios do prefeito, vice-prefeito e dos secretários municipais, o que acarretaria num custo de mais de 20 milhões de reais nos próximos quatro anos de mandato.

Segundo Josmá Oliveira, o projeo “além de inconstitucional seria uma medida descabida, vergonhosa, tomada num momento de pandemia e fora do período apto para tais procedimentos. É não se preocupar com o erário, com o instante e se agir de maneira a ir de encontro à população”.

Josmá Oliveira elogiou a conduta do vereador Capitão Hugo, que acolheu a sua iniciativa, tendo buscado a intervenção da justiça, no sentido de não permitir uma ação tão nefasta aos cofres públicos.

“Pena faz que esse parlamentar não tenha conseguido sua reeleição. Ele emprestou seu nome, eu custeei as despesas advocatícias, e o resultado foi o acolhimento da justiça, que mostra que ainda existe uma barreira para coibir abusos de poder, como aconteceria ainda hoje, com a segunda votação desse desumano projeto de lei, em pauta na Câmara de Vereadores de Patos. Eu, Capitão Hugo, o povo de Patos, estamos felizes com o desfecho desse assunto, que tomou conta das ruas de Patos. Eu garanto que não mudarei minha conduta, que serei sempre um vereador voltado para as causas populares, justificando, a cada dia, o voto de confiança que me foi dado nas urnas. Hoje sou um funcionário de minha cidade. Podem me cobrar!”, finalizou Josmá Oliveira. Ouça as palavras do vereador eleito;

Já o representante jurídico do vereador eleito Josmá Oliveira, Phillip Palmeira, contou ao jornalista Adilton Dias sobre o Mandado de Segurança que foi concedido pela justiça, impedindo que o projeto seja apreciado em segunda votação na sessão remota desta terça-feira.

Phillip Palmeira afirmou considerou o projeto uma “aberração jurídica” e disse estar confiante que o mesmo seja anulado pelo poder judiciário, quando for analisado o mérito da questão. Ouça o que disse o advogado e confira a decisão judicial;


Por Genival Junior Patosonline.com, com informações de Josmá Oliveira

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