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13 de setembro de 2017, 14:42

Maternidade de Patos diz que não apenas respeita, mas estimula a presença do pai no momento do parto


Desde que a Lei 11.108 entrou em vigor, em 2005, que a Maternidade Dr. Peregrino Filho, de Patos permite que um acompanhante, indicado pela gestante, a acompanhe durante o trabalho de parto, durante o parto e no pós-parto imediato. O respeito à Lei do Acompanhante é prática inclusive, porque a unidade é um local de ações humanizadas.

 O diretor geral da Maternidade, Dr. Umberto Marinho Júnior, reitera, que esse direito de acompanhar esse momento é resguardado ao pai, no entanto, como a unidade não tem apartamentos individuais, mas coletivos, para preservar a integridade e individualidade de outras gestantes, nos momentos de exames e  procedimentos, é praxe solicitar ao acompanhante masculino que se ausente do alojamento.

“Foi isso o que aconteceu com o parente da vereadora Nadir Rodrigues que precisou se ausentar do quarto num momento em que a unidade estava com super lotação, mas, teve preservado o seu direito de acompanhar o nascimento do filho, já que o procedimento obstétrico é feito de forma individualizada”, explica Dr. Umberto, lembrando que o direito da gestante na unidade é plenamente assegurado e até estimulado.

 

 

Assessoria da Maternidade 


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