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14 de abril de 2016, 14:53

Habeas corpus de Nabor Wanderley no STJ movimenta bastidores da política na cidade de Patos


O pedido de habeas corpus impetrado pelo Deputado Estadual Nabor Wanderley (PMDB) junto ao Supremo Tribunal de Justiça (STJ) tem movimentado o cenário político na cidade de Patos, pois muitos acreditam que o fato está relacionado à tentativa de se livrar de ações que o poderiam deixar inelegível devido a “Lei do Ficha Limpa”.

Nesta quarta-feira, dia 13, o pedido deu entrada no STJ e na quinta-feira (14) a cópia já circulava em várias redes sociais causando diversos comentários do pedido de habeas corpus antes de julgamento das instâncias regionais da Justiça Federal. Consta nos autos processuais que o pedido está inserido no Crime da Lei das Licitações.

Em contato com a assessoria de comunicação do Deputado Estadual Nabor Wanderley, a redação do Patosonline.com recebeu a seguinte explicação:

 

“O deputado Estadual Nabor Wanderley da Nóbrega Filho, esclarece a opinião pública, que ingressou com um habeas corpus no STJ, tendo em vista que o Ministério Público moveu uma ação penal que tramita no Tribunal Regional Federal da 5ª Região em virtude de um convênio para a construção de Poços nos anos de 2004 e 2005. Todavia, O MP alegou problemas na primeira fase convênio quando o Prefeito de Patos à época era Dinaldo Wanderley, portanto, de sua única e exclusiva responsabilidade.

O período de execução do convênio quando Nabor Wanderley era prefeito de Patos, na gestão seguinte, foi totalmente aprovado pela Funasa, tendo o órgão afirmado que inexistia qualquer irregularidade no período da gestão de Nabor Wanderley. Acontece que  quando do ingresso da Ação Penal contra o ex-prefeito Dinaldo Wanderley, o nome de Nabor foi incluído também. Assim, o habeas corpus impetrado por Nabor Wanderley visa única e exclusivamente excluir o seu nome da ação Penal, tendo em vista que no período de sua gestão nada de irregular na execução do convênio foi constatado pela Funasa que, repita-se, aprovou o convênio referente ao seu período de gestão como Prefeito.

Assim, o Deputado espera que o STJ exclua o seu nome da ação penal por medida de justiça e de direito”. A nota está assinada pela assessoria Jurídica.

 

 

Jozivan Antero – Patosonline.com

 



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